poluição do ar - como minimizar os dados com dieta e suplementação

Não é surpresa para ninguém que a poluição do ar impacta negativamente nossas vidas, mas muitas vezes não temos ideia do quão ruim isso pode ser. Por isso vamos tentar entender um pouco o que acontece e o que podemos fazer para minimizar os problemas.
No ar que respiramos nas grandes cidades, encontramos a matéria particulada, que são justamente pequenas frações de matéria mineral ou química, que apresentam um efeito tóxico. Isso se dá principalmente por conta da grande quantidade de automóveis e industrias nos centros urbanos.
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Primariamente a matéria particulada inflama os pulmões, podendo piorar asma, gerar uma disfunção pulmonar, depois atinge o sistema cardiovascular gerando disfunção endotelial, aumento da coagulação, arritmia, trombose, aterosclerose e hipertrofia cardíaca. Se a matéria particulada for consumida via alimentos ou água, o que é muito comum, você pode aumentar o risco de ter câncer de intestino, apendicite e doença inflamatória intestinal.
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Se a gestante estiver exposta a grande poluição, aumentam os riscos de parto pré maturo, baixo peso ao nascer (mesmo quando nasce no tempo normal) e mortalidade infantil.
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A forma que podemos reduzir tudo isso, é tentar reduzir a nossa exposição a poluição de forma geral, algo que muitas vezes é complicado e aumentar o consumo de alimentos antiinflamatórios, para controlar justamente a inflamação causada pela poluição. Duas ótimas opções para isso são: o ômega 3, na forma de peixes como salmão, atum, arenque ou na forma de suplementação mesmo do óleo de peixe, e o consumo de flavonol do cacau através do consumo de chocolate com alto teor de cacau (>70%).